terça-feira, 4 de outubro de 2011

Ao que cabe a mim

Apesar de a descrição indicar o ímpeto peculiar de um falastrão reprodutor do senso comum, não é essa interpretação que proponho ao leitor, que dispõe seu tempo a procura de algo a questionar.

Como primeira postagem, escolhi expor o modo como organizo minhas ideias, sabendo que nem tudo que é revolucionário é inovador. E também, nem tudo que é conservador é, completamente, antiquado. Definindo estes como pressupostos às dissertações, desconsiderando qualquer forma de preconceito, abre-se aqui o espaço para refutações e opiniões dos leitores sobre as publicações, e que através de comentários contribuam para tornar deste um espaço livre de dogmas políticos e restrições informacionais.

Ainda que tenhamos uma breve ligação com a instituição a qual fazemos parte, o fato é que nossas ideias são completamente subjetivas, construídas conforme nossas índoles alimentadas por leituras. Agora, elas são reproduzidas aqui. Não devemos – em terceira pessoa, generalismo proposital – ser vistos nem como Osama, de aprendiz a rebelado, nem como Barack Obama, omissor de suas reais origens. Antífrases devem ser apercebidas e reputadas em todas as dissertações.

Divagador, prepotente, presunçoso. Assim me apresento a fim de tornar redundantes os feitores das críticas não construtivas. Àqueles(as) que apresentam soluções e argumentos, bom dia, bem-vindo(a) e até a próxima terça-feira, aos que têm como hobby apontar o dedo indicador, bom esforço.

Adilson Costa Jr.

Um comentário:

Luciano Bitencourt disse...

Ao invés de apontar o dedo indicador, levanto o dedo polegar para a iniciativa. Considero ambientes como este riquíssimos para o debate sobre formação, profissão...